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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O local ideal para pescar carpas

Uma grande percentagem de pescadores quando vai à pesca procura o local ideal para o pescador, como por exemplo a sombra e o estacionamento, sem gastar urn segundo que seja a perguntar qual será o local ideal para as carpas, isto é, temos que verificar quais serão as preferências das carpas e localizar os seus locais preferidos.
Detec­tar carpas não significa, necessariamente, detectar uma boa zona de pesca, o que é necessário procurar são carpas em atitude alimentar, ou seja, com a cabeça no fundo e muita poeira ou lodo provocados pela maneira como elas se alimentam, isto são sinais claros de que elas estão a alimentar-se.
São vários os factores que fazem com que as carpas se fixem num local concreto ou que o rejeitem em definitivo. São eles a temperatura da água, o clima, a luminosidade, a vegetação, a disponibilidade de alimento, a estação do ano, o instinto de reprodução e sobrevivência e a composição do fundo da massa de água.
Normalmente o pesqueiro onde costuma ser mais fácil ter toques é o mais frequentado pelos pescadores, nestes locais as car­pas andam muito desconfiadas, dificultando muito a captura de grandes exemplares, isto porque o seu instinto diz-lhes que ali, é cos­tume haver problemas, e que o melhor é não se alimentarem.
A luz solar é o motor da vida, logo têm sentido pensar que os locais com mais luz terão maior concentracão de alimentos, quer vegetais quer animais, por isso, é má ideia tentar pescar carpas em grandes profundidades e com pouca luminosidade na­tural.
As rochas são também locais escolhidos pelas carpas porque servem de refúgio e esconderijo para lagostins, insectos e peixes pequenos.
A vegetação nas margens das massas de água dão abrigo a milhares de insectos, que caem na água e servem de alimento às carpas, além disso, é importante olhar para o chão com atenção e verificar se existem excrementos de aves que têm o hábito de alimentar-se junto à margem.
Se por ventura visualizar-mos urn cardume de alevins a passear sempre na mesma zona, estamos nurn local a explorar onde as carpas maiores espreitarão a sua oportunidade para se alimentarem.
Aqui estão um conjuto de dicas elaboradas por António Rodrigues que poderão ajudar significativamete as nossas jornadas às carpas.

Engodagem

Algumas dicas de Júlio Marques no que respeita à engodagem, partindo do princípio de que estamos a pescar à francesa, contudo estas indicações são igualmente válidas para a pesca à inglesa.
O acto de sondagem é o factor prévio mais importante na engodagem.
Depois de eleito o local de pesca, temos de colocar o engodo no sítio exacto onde o pretendemos e, de preferência, coincidente com o local eleito para a colocação do isco. É um trabalho a realizar de forma a restringir ao máximo a zona, para obtermos uma maior concentração de peixes.
As bolas de engodo deverão ter sempre o mesmo tamanho, com idêntico formato e utilizar sempre a mesma força no lancamento, o ângulo de entrada da bola na água é importante, a bola deve entrar na água mais ou menos entre 1 a 2 m antes do término da ponteira e deve cair quase na per­pendicular à massa de água, é preferível pouca engodagem mas certeira, do que intensiva e dispersante.
A quantidade de engodo que se deve utilizar está intrinsecamente ligada quer à densidade piscícola da massa de água quer relativamente às espécies que pretendemos capturar.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Achigã no Inverno

Procure estruturas na água que evitam as correntes e protegem a água do vento (as amostras devem de chegar o mais próximo possível das estruturas).
Se não conseguir alcançar as estruturas, pesque ao fundo onde a temperatura é mais elevada.
Use amostras de maior dimensão e trabalhe estas lentamente, pois o achigã só ataca se valer a pena.
Se estiver muito frio ou a chover a melhor altura para pescar será a meio do dia, já que temperatura a esta hora estará mais elevada

Se têm a certeza que está a pescar numa massa de água que tem achigãs não desista, mais tarde ou mais cedo eles darão sinais de vida.







quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Receita de Boilies com Sementes

Se queremos que os nossos boilies sejam melhores do que os comerciais, devemos fazer tudo para que eles, saibam bem às carpas. E para o conseguir, a melhor maneira é dar-lhes um grande poder nutritivo.

Estes boilies são muito rapidamente aceites pelas carpas, devido a altíssima concentração de sementes que possuem.
200g de farinha de trigo
200g de farinha de soja
200g farinha de milho
200g de pao ralado
200g de semola de trigo
50g de sementes de nabo
50g de sementes de ulmeiro
200g de canhamo triturado bem fino
100g de ração de canários triturada bem fina
2 latas de milho doce
15 ml de caramelo líquido
15 ml de mel
20 ml de calda de baunilha

Asticot e a sua Conservação

A conservação do Asticot é fundamental para obter bons resultados em competição e não só, uma boa conservação tem muito a ver com a qualidade do Asticot.

Para reconhecer a qualidade do Asticot é necessário verificar se existem manchas pretas na sua extremidade, essas manchas quando ausentes dizem que o Asticot está velho e já iniciou o processo da metamorfose.

Para uma conservação mais eficaz e prolongada é preferível colocar o Asticot num recipiente largo em que a sua quantidade não ultrapasse um terço da capacidade do mesmo, proporcionando o atraso no seu desenvolvimento, causando um efeito de hibernação no Asticot e permitindo uma conservação mais longa. É necessário colocar o Asticot fora do frigorífico para respirar durante uns 10 minutos, 2 vezes por dia.